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Familiares de pessoas desaparecidas em Capelinha (MG) e na região têm, nesta semana, a oportunidade de fornecer material genético que poderá contribuir para a identificação e localização de pessoas cujo paradeiro permanece Desconhecido
O município integra a Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, realizada entre segunda-feira (24) e sexta-feira (28) em diferentes pontos do País
26/08/2026 07h25
Por: Csa Stúdio Web Rádio Fonte: Gazeta dos vales Capelinha
Reprodução/Redes Sociais

Familiares de pessoas desaparecidas em Capelinha (MG) e na região têm, nesta semana, a oportunidade de fornecer material genético que poderá contribuir para a identificação e localização de pessoas cujo paradeiro permanece desconhecido. O município integra a Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, realizada entre segunda-feira (24) e sexta-feira (28) em diferentes pontos do país.

A iniciativa faz parte de uma mobilização coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com participação dos órgãos de perícia dos estados. Em Minas Gerais, mais de 60 pontos foram disponibilizados para receber familiares durante a campanha. Em Capelinha, a coleta está disponível na Rua Augusto Barbosa, nº 52, no bairro Cidade Nova.

O trabalho começa com a coleta de uma pequena amostra de material genético de familiares da pessoa desaparecida. O procedimento é simples e pode ser realizado por meio de células retiradas da parte interna da boca com o auxílio de um cotonete próprio ou a partir de uma gota de sangue obtida por uma pequena perfuração no dedo. A partir desse material, é elaborado o perfil genético do familiar, que passa a integrar a estrutura utilizada para as buscas por correspondências de DNA.

Na prática, o DNA fornecido pela família funciona como uma referência genética. Esse perfil pode ser comparado com os registros de pessoas encontradas vivas sem identificação e também com perfis obtidos de pessoas falecidas cuja identidade ainda não tenha sido estabelecida.

Para aumentar as possibilidades de identificação, a orientação é priorizar a coleta de DNA de parentes biologicamente próximos da pessoa desaparecida. Entre os familiares indicados estão pai ou mãe biológicos, filhos biológicos e irmãos biológicos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe.

Quem procurar o ponto de coleta deve apresentar documento de identificação e fornecer informações relacionadas ao Boletim de Ocorrência registrado sobre o desaparecimento Outro ponto importante é que familiares que já forneceram material genético anteriormente não precisam realizar uma nova coleta.