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Tribunal de contas realizou operação no hospital de Santa Maria do Suaçuí

Ao todo, sete de 12 mesorregiões foram vistoriadas por 13 equipes, com 26 auditores Escalados

Csa Stúdio Web Rádio
Por: Csa Stúdio Web Rádio Fonte: Gazeta dos vales Capelinha
06/11/2025 às 07h30
Tribunal de contas realizou operação no hospital de Santa Maria do Suaçuí
Reprodução/Redes Sociais

Auditores do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG) realizaram, na última terça-feira, 4 de novembro, uma Fiscalização Ordenada para verificar, in loco, a situação dos serviços de saúde prestados à população no Hospital Santa Maria Eterna, localizado na cidade de Santa Maria do Suaçuí (MG).
Ao todo, sete de 12 mesorregiões foram vistoriadas por 13 equipes, com 26 auditores escalados. As fiscalizações ocorreram simultaneamente e sem aviso prévio, das 8h às 17h, em 12 municípios: Almenara, Belo Horizonte, Bocaiúva, Conceição do Mato Dentro, Contagem, Diamantina, Frutal, Grão Mogol, Mantena, Muriaé, Santa Maria do Suaçuí e Unaí.
De acordo com o diretor de Auditoria e Avaliação de Políticas Públicas do TCEMG, Thiago da Silva, o trabalho feito nos hospitais e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) segue percurso semelhante ao de um cidadão ou paciente que precisa acessar os serviços de saúde.
"A gente olha desde o atendimento inicial, da triagem, do critério preferencial de atendimento, protocolos de risco, perpassando até mesmo para o controle de frequência dos profissionais, disponibilidade de médicos, satisfação dos usuários, armazenamento de medicamentos, instalações físicas, manejo de resíduos sólidos", explicou Thiago. "De uma forma geral, são quase 100 quesitos avaliados em 11 dimensões de análise", complementou.
Somando-se todos os servidores e servidoras, colaboradores e colaboradoras envolvidos nessa operação, são quase 100 profissionais mobilizados. Em campo, os auditores verificam a realidade local, checando as condições da oferta e manutenção dos serviços.
"Estamos na terceira fase dessa operação. Até o momento, as irregularidades mais graves encontradas foram pacientes aguardando ou sendo atendidos nos corredores de unidades com superlotação. Também encontramos alguns casos de médicos que estavam escalados e não estavam ali cumprindo seus plantões", detalhou o diretor.