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Operação Mirage prende bando suspeito de lucrar R$ 200 mil com venda de ingressos falsos em zoológicos de SP

Investigados, que residem na Bahia, venderam cerca de mil ingressos de atrações em um site falso

Csa Stúdio Web Rádio
Por: Csa Stúdio Web Rádio Fonte: Secom SP
16/12/2025 às 13h48
Operação Mirage prende bando suspeito de lucrar R$ 200 mil com venda de ingressos falsos em zoológicos de SP
Os criminosos chegaram a vender cerca de mil ingressos falsos Foto: Divulgação/Governo de SP

Policiais civis da 2ª Delegacia da Divisão de Crimes Cibernéticos (Dcciber) realizaram nesta terça-feira (16) uma operação contra uma associação criminosa que teria lucrado mais de R$ 200 mil com venda de ingressos falsos para visitação de parques temáticos de São Paulo.

A equipe cumpriu dois mandados de busca e apreensão nas cidades de Caculé e Presidente Jânios Quadros, na Bahia, onde os suspeitos residem. Durante as diligências, um terceiro suspeito foi localizado em Vitória da Conquista. Os três foram levados até a delegacia do estado para prestarem esclarecimentos.

O golpe foi aplicado durante o mês de novembro, segundo a Polícia Civil. As vítimas só perceberam que foram enganadas quando tentaram entrar nos parques com o falso bilhete emitido pelos golpistas. Os criminosos chegaram a vender cerca de mil ingressos falsos pelo preço de R$ 200 cada.

A investigação revelou que cada um deles tinha funções específicas no esquema criminoso. O líder do bando era responsável pelo acesso às páginas falsas de venda, enquanto os outros dois integrantes divulgavam os anúncios falsos na internet e recebiam os valores provenientes do crime.

A equipe da Delegacia da Divisão de Crimes Cibernéticos solicitou a quebra do sigilo dos dados telemáticos da página falsa criada pelos fraudadores e a retirada do endereço falso do ar. Com as informações, eles conseguiram identificar os golpistas.

Durante as buscas realizadas nesta terça-feira, foram apreendidos dois notebooks, dois celulares, um HD e um computador. A operação Mirage contou com o apoio do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem Dinheiro (Draco), da Polícia Civil da Bahia.

Os envolvidos devem responder pelos crimes de estelionato e associação criminosa.