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Motoristas têm usado as redes sociais para questionar o funcionamento de um radar instalado na MGC-120, próximo à Ponte do Rio Surubim, em Água Boa no sentido Capelinha

Apesar da repercussão, até o momento não há confirmação oficial de falha no equipamento, nem manifestação dos órgãos responsáveis pela fiscalização e administração da Rodovia

Csa Stúdio Web Rádio
Por: Csa Stúdio Web Rádio Fonte: Gazeta dos vales Capelinha
03/07/2026 às 07h58
Motoristas têm usado as redes sociais para questionar o funcionamento de um radar instalado na MGC-120, próximo à Ponte do Rio Surubim, em Água Boa no sentido Capelinha
Reprodução/Redes Sociais

Motoristas e motociclistas têm usado as redes sociais para questionar o funcionamento de um radar instalado na MGC-120, próximo à Ponte do Rio Surubim, em Água Boa, no sentido Capelinha. Nos últimos dias, vídeos e relatos passaram a circular apontando supostas divergências entre a velocidade real dos veículos e a registrada pelo equipamento, principalmente durante a última semana de junho de 2026.
Em um dos vídeos que ganhou repercussão, a pessoa que grava afirma que o carro trafegava a cerca de 40 km/h, mas o radar teria marcado 93 km/h. Em outro registro, uma motocicleta aparece passando pelo trecho com o velocímetro marcando 28 km/h, enquanto o equipamento teria registrado 62 km/h. As imagens ampliaram os questionamentos de condutores sobre a medição feita no local.
Além dos vídeos, comentários publicados nas redes sociais reforçaram a preocupação. Entre os relatos, internautas afirmam: “Eu passei a 30 km e marcou 92 km”, “Eu passei de 40 km e marcou 86 km” e “Eu passei de 30 km e marcou 62 km”. Segundo informações que circulam entre moradores e motoristas da região, o radar teria passado por uma manutenção há cerca de 15 dias, e foi justamente após esse procedimento que começaram a surgir as reclamações sobre possíveis inconsistências.
Apesar da repercussão, até o momento não há confirmação oficial de falha no equipamento, nem manifestação dos órgãos responsáveis pela fiscalização e administração da rodovia sobre os vídeos e denúncias que circulam nas redes sociais. O caso reacendeu o debate entre motoristas da região e aumentou a cobrança por esclarecimentos sobre o funcionamento do radar instalado no trecho.