
A condenação a 13 anos e 4 meses de prisão pelo assassinato de Roberto Ramalho não encerra, necessariamente, os desdobramentos do processo.
Após o julgamento realizado nesta quarta-feira (2), na Comarca de Minas Novas, o Ministério Público e a assistência de acusação avaliam a possibilidade de recorrer da sentença.
A principal questão em análise é a pena aplicada ao réu. Segundo as partes, o período de reclusão pode ser considerado insuficiente diante das circunstâncias e da gravidade do crime. Antes de qualquer decisão, Ministério Público e assistência de acusação deverão analisar detalhadamente a sentença e os fundamentos utilizados pelo Tribunal do Júri.
Caso entendam pertinente, poderão apresentar recurso dentro dos prazos previstos pela legislação. Eventual recurso será posteriormente analisado pela Justiça, que poderá decidir pela manutenção ou alteração da decisão, conforme os fundamentos apresentados.
Julgamento foi acompanhado por familiares e moradores.
O julgamento reuniu familiares, amigos e moradores da região, que acompanharam de perto a sessão do Tribunal do Júri. O plenário ficou cheio durante o julgamento, marcado pela expectativa da comunidade por uma resposta da Justiça para o caso.
Relembre o caso
Roberto Ramalho foi assassinado em um crime que provocou grande comoção entre familiares, amigos e moradores da região.
O caso foi levado a julgamento nesta quarta-feira (2), na Comarca de Minas Novas. Ao final da sessão, o acusado foi condenado a 13 anos e 4 meses de prisão.
Com a possibilidade de recurso sendo avaliada pelo Ministério Público e pela assistência de acusação, o processo ainda poderá ter novos capítulos na Justiça.