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Desembargador que iniciou carreira em Novo Cruzeiro é destaque em reportagem do uol sobre fotos com Arma

A matéria abordou fotografias divulgadas pelo magistrado em uma rede social nas quais ele aparece segurando e apontando uma arma de Fogo

Csa Stúdio Web Rádio
Por: Csa Stúdio Web Rádio Fonte: @diariodearacuai
30/10/2026 às 07h37
Desembargador que iniciou carreira em Novo Cruzeiro é destaque em reportagem do uol sobre fotos com Arma
Reprodução/Redes Sociais

O desembargador Roberto Apolinário de Castro, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), foi destaque em uma reportagem publicada pelo portal UOL nesta quarta-feira, 28 de outubro. A matéria abordou fotografias divulgadas pelo magistrado em uma rede social nas quais ele aparece segurando e apontando uma arma de fogo. O nome do desembargador também tem ligação com Novo Cruzeiro, no Vale do Jequitinhonha, cidade onde iniciou sua carreira na magistratura.

Roberto Apolinário de Castro começou a atuar como juiz em Novo Cruzeiro, em 1995, e também exerceu funções na Justiça Eleitoral no município. No ano seguinte, recebeu da Câmara Municipal o título de cidadão honorário, reconhecimento que marcou sua ligação com a cidade.

Segundo a reportagem do UOL, uma das fotografias mostra o magistrado com uma arma longa, enquanto outra exibe o equipamento e dois carregadores sobre uma mesa. Em resposta à imprensa, Castro afirmou que as imagens foram feitas em sua residência particular, sem relação com as dependências do Tribunal de Justiça ou com suas atividades profissionais.

O desembargador declarou ser atirador desportivo, possuir autorização para porte de arma de fogo e que o equipamento mostrado nas imagens está legalizado. Ele também informou que as publicações foram feitas em seu perfil pessoal e privado nas redes sociais e contestou a classificação da arma como metralhadora, defendendo a identificação técnica correta do armamento.

Ainda conforme o UOL, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou que não havia processo ou procedimento instaurado sobre o episódio até a publicação da matéria. A divulgação das fotografias, por si só, não comprova a prática de crime ou irregularidade. O caso ganhou repercussão nacional e chamou a atenção na região também pela trajetória do magistrado em Novo Cruzeiro.