A Prefeitura de Belo Horizonte comentou sobre o avanço do golpe do falso táxi na cidade. Em nota enviada à Itatiaia nessa terça-feira (1º), a PBH detalhou os padrões de identificações dos veículos regularizados.
O objetivo da padronização dos táxis é garantir mais segurança aos passageiros. Entre os elementos obrigatórios estão:
Eletrovisor no teto;
Adesivos nas portas dianteiras indicando a cidade à qual o táxi está vinculado;
Adesivos internos de tabela de preços e informações sobre formas de pagamento.
Além disso, são boas práticas conferir a documentação do motorista, que deve ter um crachá com foto fixado no para-brisa, e verificar se o veículo possui taxímetro que deve estar ligado durante a corrida.
Veículos homologados para táxi em BH
Além dos elementos visuais, a prefeitura tem uma lista com os modelos de carros homologados para transporte de passageiros em categorias específicas de operação.
As categorias são dividas em “táxi convencional e táxi lotação”, “táxi premium” e “táxi acessível”. Clique aqui e confira a lista completa dos veículos homologados.
Transporte clandestino é infração gravíssima
A Prefeitura de Belo Horizonte informou que transporte clandestino é considerado uma infração gravíssima. A multa é de R$ 293,47, com sete pontos na carteira e remoção do veículo.
“Sobre a fiscalização, caso a Guarda Civil Municipal flagre um veículo (seja durante uma blitz ou ao suspeitar de alguma irregularidade) e constate algum golpe, a Guarda tomará as medidas necessárias, como a autuação ou a remoção do veículo para o pátio credenciado pelo DETRAN”, afirma a PBH em nota.
A estratégia dos golpistas
Também conhecidos como “táxi pirata” ou “taxifake”, esses veículos se posicionam, estrategicamente, em locais de grandes movimentos ou eventos de grande porte para se aproveitar da pressa de passageiros.
Muitas vezes, os golpistas se aproveitam da distração dos passageiros e não utilizam taxímetro, cobrando um preço fixo ao final da corrida, o que pode ser um valor abusivo.
Os táxis falsos se passam por verdadeiros, pois são carros brancos que andam com placas luminosas no para-brisa, prática considerada infração de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro.