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Mãe denuncia estupro da filha de 16 anos pelo próprio irmão e clama por justiça em Angelândia

De acordo com o registro, a adolescente não contou imediatamente o ocorrido à mãe e teria revelado a situação posteriormente a Familiares

Csa Stúdio Web Rádio
Por: Csa Stúdio Web Rádio Fonte: Gazeta dos vales Capelinha
09/08/2026 às 09h53
Mãe denuncia estupro da filha de 16 anos pelo próprio irmão e clama por justiça em Angelândia
Reprodução/Redes Sociais

Uma mãe procurou a reportagem do Gazeta dos Vales, revoltada e profundamente abalada, para denunciar um caso de estupro envolvendo sua filha adolescente, de 16 anos, e o próprio irmão da jovem por parte de pai. O caso, segundo o boletim de ocorrência, teria acontecido no dia 26 de julho, em uma área rural entre Angelândia e Capelinha. A mãe afirma que busca justiça e teme que outras adolescentes também possam ser vítimas.

Conforme o registro policial, a adolescente teria aceitado uma carona oferecida pelo irmão enquanto seguia para a casa de uma amiga. Segundo a versão apresentada pela jovem à Polícia Militar, o homem teria mudado o trajeto e seguido para um local isolado. Ela relatou ter recusado as investidas de natureza sexual, mas afirmou que os atos teriam ocorrido sem seu consentimento. A mãe disse estar indignada e afirmou que a adolescente teria mudado completamente após o ocorrido.

O boletim também apresenta a versão do suspeito, que confirmou aos policiais que houve relação sexual, mas negou ter utilizado força, ameaça ou qualquer forma de coação. Segundo ele, tudo teria acontecido de maneira consensual. As duas versões são conflitantes e caberá às autoridades responsáveis investigar as circunstâncias do caso e esclarecer o que de fato aconteceu.

De acordo com o registro, a adolescente não contou imediatamente o ocorrido à mãe e teria revelado a situação posteriormente a familiares. Após tomar conhecimento do caso, a genitora procurou a Polícia Militar para registrar a ocorrência e buscar providências. O atendimento e o acolhimento da adolescente foram acompanhados por conselheiras tutelares de Angelândia.

O caso foi registrado como estupro consumado e encaminhado à Polícia Civil para investigação. Não houve prisão até o momento dessa postagem. A mãe pede justiça e espera que a investigação avance para que, caso a autoria e a responsabilidade criminal do suspeito sejam confirmadas, ele seja responsabilizado conforme determina a lei. A reportagem preserva a identidade da adolescente e dos envolvidos e seguirá acompanhando o andamento do caso.